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Bom dia, meus amados. Hoje é quarta-feira, dia 6 de maio de 2026.
Hoje vamos falar de um assunto que interessa muita gente, porque muitos têm falado sobre as curas, e todo mundo está ansioso pelas curas, pelas novas tecnologias, por tudo aquilo que vai vir.
Aquilo que não se sabe quando e nem como, mas que está previsto para chegar e ficar à disposição dos humanos.
Mas tem coisas que já existem e pouca gente dá valor porque não tem a fama que tem, por exemplo, uma tecnologia nova de grande impacto.
Sempre houve curas, porque as doenças não foram criadas de propósito para os humanos, elas foram desenvolvidas pelos humanos.
Através dos seus vícios, das suas maneiras de vida, pelas suas ações, que podem gerar carmas, e a doença é uma moeda de troca muito importante, corrigir um passado que a alma viveu e praticou maldades, depois ela escolhe para a sua próxima encarnação passar pela dor, pelo sofrimento.
Mas este ciclo vai se fechar e nós temos certeza que as coisas vão mudar, porque as informações que nos chegam através das consciências mais elevadas, dizem que estamos muito perto da cura definitiva de todas as doenças, de todos os males, porque a nova Terra não tem dor e sofrimento, não é um mundo de provas e expiações, é um mundo de regeneração, não vai haver maldades, não vai haver dor, não vai haver sofrimento.
Mas a vida toda, desde os tempos antigos, sempre existia algumas coisas, algumas práticas, algumas técnicas, mesmo os povos indígenas tinham seus xamãs, que usavam as suas técnicas dentro do xamanismo, dentro da pagelança.
E muitas pessoas também, que não eram das raças indígenas, tinham também as suas ervas, as suas benzedeiras, as suas técnicas.
E mais recentemente nós vemos que além da medicina tem técnicas que chamam de complementares, mas eu diria que são técnicas que tratam a origem das dores, então elas não podem ser complementares.
E aquela técnica que cura a origem é uma técnica que cura a dor original e cura de verdade, cura na sua raiz.
Eu acho que complementar devia ser o contrário, devia ser o remédio que remedia.
Porque a causa, o remédio não pode corrigir, porque a causa nunca está no físico, a não ser uma queda, uma lesão.
Sim, o físico tem esses riscos também.
Mas normalmente uma doença é causada primeiro no seu corpo da alma.
Está lá, uma memória, um registro que causa o início. Ou então no corpo emocional também.
O Poder Curativo das Frequências Sonoras
Então nós temos, entre tantas técnicas, algumas até comprovadas cientificamente, porque às vezes existem também algumas técnicas que podem ser coisas manipuladas, narrativas, e não tem fundamento nenhum. Mas tem muita coisa que se prova, e que se conhece, que se pode experienciar, inclusive. Porque tudo é frequência.
O que é uma doença, por exemplo?
A doença não nasce como doença, nasce como um sintoma.
Uma frequência negativa começa a se acumular e pode virar uma doença, que é uma energia estagnada.
Então existem técnicas que trabalham isso e nós temos aqui hoje a cura através do som, do tom, pode ser uma música, pode ser um tom de voz, pode ser um ruído natural, como uma cachoeira, um córrego, que cai água nas pedras.
A própria chuva, quando cai, é relaxante. O ruído da goteira então, no telhado.
Então o som como ferramenta de cura.
Muitos usam a música, então dizem que é uma técnica chamada musicoterapia.
Terapia através da música. Mas não são todos os sons que são positivos, não são todas as músicas que são positivas, porque depende da frequência.
Você pode conversar com uma pessoa e aí você usa o som da voz, o tom da voz, você pode corrigir ela, você pode até reprimi-la, mas dependendo do tom, que nada mais é que o som, a entonação da voz, a outra pessoa aceita e não se incomoda.
Mas às vezes até um elogio num tom totalmente áspero, todo cheio de energia negativa, vai incomodar aquela pessoa e ela vai se incomodar com quem está pronunciando as palavras.
A música, então, é notório.
Existem muitas faixas de frequência no tom das músicas.
E quem é mais antigo lembra das músicas ali da década de 50, mais precisamente 60, 70 e 80.
1960, 1970, 1980, aquelas três décadas foram criadas as melhores músicas deste último século.
Antes disso, tínhamos aquela época das músicas clássicas.
A música clássica tem uma tonalidade curadora.
Praticamente todas as músicas eruditas clássicas têm potencial de cura.
Dizem, inclusive, alguns entendidos conseguem sustentar essa teoria de que a nona sinfonia de Beethoven cura, bem aplicada, todas as doenças.
Ela regenera. Regenera as células. E as células que compõem as vísceras e os órgãos, se elas se regeneram, obviamente o corpo fica saudável.
Então a boa frequência cura. Por outro lado, a música de má frequência mata.
Literalmente.
O que cria? Densidade.
Cria células todas deformadas.
E a prova disso é que há estudos científicos que estudam a mudança das moléculas da água submetidas a som de frequência elevada ou baixa frequência.
A música em alta frequência mostra as moléculas da água se transformando como se fossem flores, estrelas, figuras geométricas, parecem cristais de tão puras que ficam.
Já uma música de frequência baixa, as moléculas da água começam a ficar deformadas, escuras, distorcidas.
E se um corpo humano é formado por mais de 70% de água, olha o benefício ou o estrago que a música pode fazer.
Um estudo muito profundo nessa questão foi um japonês chamado Masaru Emoto.
Ele tem muitos artigos publicados sobre a música e seus efeitos positivos e negativos.
E também sobre palavras. As palavras, quando elas têm uma tonalidade amorosa, uma tonalidade gostosa, como se diz, também aliviam dores, doenças.
Pode ser até uma emoção. Ela pode te acalmar, pode te irritar.
Por que uma conversa, um tom de voz te acomoda, te acalma ou te irrita?
Porque o som da palavra é como se fosse um som musical.
Como o Som Afeta Corpo, Mente e Consciência
Tem um estudo, não sei se é do Masaru Emoto ou se é de um outro estudioso, e isso vocês podem fazer, é prático.
O estudo baseou-se em uma porção de arroz.
Cozinha seu arroz normalmente, como se fosse se alimentar dele, quando ele está pronto, está cozido.
Coloque em dois potes. Fecha ele. Escreve num “amor”, no outro “ódio”.
E pode colocar numa prateleira, não precisa procurar muito longe um do outro, mas uma distância pelo menos relativa para que você possa falar de uma forma para um e para outro, direcionando aquela ação para cada um, para que o outro não interprete que seja para ele. Então tem que direcionar.
Agora eu vou falar para essa hipótese do amor. Palavras amorosas, carinhosas, suaves. Dois, três minutos por dia.
E no outro, palavras rudes, ásperas, raivosas, ofensivas.
Depois de uma semana, dez dias, por aí, começa a aparecer a diferença.
Aquele que foi submetido a palavras duras, ríspidas, ofensivas, começa a escurecer.
O arroz é branco quando está cozido, começa a ficar escuro, começa a ficar contaminado, e o outro permanece no seu estado natural.
Nós vemos como as pessoas que têm vacas leiteiras, muitos têm o costume de colocar música enquanto vão ordenhar as vacas, e elas relaxam.
Claro, dependendo das músicas. Depois nós vamos falar sobre os tipos de músicas.
Então, se a vaca relaxa e ela solta o leite, ela produz mais leite, ela esvazia o seu úbere a fim de que depois ela produza o leite, então ela produz uma quantidade, uma porcentagem maior.
Muitas pessoas conversam com suas plantas de uma forma amorosa, carinhosa, quando vai mudar uma muda, fazer um vaso novo de flor ou de qualquer outro tipo, fazer um canteiro de verdura no seu lote, no seu quintal, quando faz de uma forma amorosa, não precisa nem falar, mas a intenção, o carinho, parece que tudo vinga melhor.
Quando se faz de qualquer jeito, com pressa, com raiva, sem aquele amor, sem aquela dedicação, sem aquele carinho, parece que até as mudas morrem mais facilmente. A verdura lá no canteiro não produz muito bem, porque tudo responde à frequência.
Por que os pássaros cantam?
Por que é tão gostoso ouvir os pássaros cantar?
O canto do pássaro, qualquer um deles, ele tem um som da sétima dimensão. Nem é da quinta dimensão, é da sétima.
Isso é impressionante. Porque eles são consciências descidas, estão aqui na Terra a serviço.
Frequências Naturais vs Frequências Artificiais
A própria natureza, tirando, claro, quando ela precisa fazer a sua limpeza energética, que os próprios humanos criam através das suas emanações mentais perversas, negativas, depois a natureza precisa dos movimentos telúricos, então parece muito feio uma tempestade, o relâmpago, o raio, o granizo, a chuva forte, os ventos, mas a Terra precisa daquilo para se limpar.
Mas tirando o lado negativo disso tudo, a natureza e seus movimentos são fantásticos.
O próprio barulho da chuva relaxa, como é gostoso dormir uma noite com a chuva lá fora.
O próprio trovão, a não ser que seja um raio que espanta um pouco, mas o trovão não é raio, ele é um ruído do som, do vento que se choca, o ar que se choca. Quando dá a faísca do relâmpago.
Então ele esquenta, o ar que está próximo se choca, e é o barulho do trovão.
Porque o relâmpago não é raio, ele é uma descarga elétrica que se espalha, vai longe.
Já o raio é formado próximo da Terra e ele cai seco, como se fosse um raio laser, uma faísca.
Então ele é seco, por isso o estalo do raio é diferente e é curto e forte.
Mas enfim, o som, a música, tem o poder de curar, tem o poder de adoecer.
Se na década de 60, 70 e 80 tivemos as melhores músicas criadas nesse último século, em termos de melodia, de letras. Por isso que eu digo, quem é mais antigo sabe, quem não é, talvez nem tenha escutado essas músicas, porque existem até leis que organizam quanto e de que tipo de música cada emissora de rádio, por exemplo, deve tocar na sua programação.
É uma coisa esquisita, mas é tudo meio que criado para forçar as pessoas a escutar a música que não quer.
Porque cada um escuta a música que quiser. Você quer escutar a música de baixa frequência? Fique livre, pode estragar todas as suas células, não tem problema nenhum. É você que escolhe.
Mas se você quer ter um corpo saudável, uma saúde melhor, vai colocar música que vai melhorar as tuas células.
E o teu corpo também tem uma qualidade de vida melhor.
Por que será que em todos os lugares, e aqui no Brasil é em todos os lugares, lá fora até tem alguns países que têm um pouco de controle, então não se vê tanto quanto aqui. Mas aqui é uma beleza.
Não chegam os carros, agora botam som até em motos.
E esses dias eu vi alguém saindo por aí com um celular e uma caixinha de som. Pra fazer barulho.
Colocar música pra que todo mundo escute.
As casas, as pessoas botam aquelas caixas de som, abrem tudo para toda a vizinhança escutar, fazem uma festinha de aniversário, vão até o clarear do dia para incomodar os vizinhos.
Mas se fosse uma música boa, que curasse as pessoas, aquela música que todo mundo gosta, que todo mundo sente que está curando, que está trazendo saúde, não. É aquela música de baixa frequência.
Alguém já viu alguém andar com um carro com som alto, com uma música clássica, uma música de frequência elevada?
Eu nunca vi. Se alguém viu, parabéns, porque são raríssimos.
Agora, se uma pessoa extraterrestre, um ser extraterrestre, viesse aqui para a Terra, ficasse um dia, em qualquer lugar, pode escolher onde cair de paraquedas, vai ouvir um som alto, várias vezes por dia, de uma música de péssima qualidade, de frequência muito baixa.
Quanto mais baixa, mais volume e mais gente seguindo a mesma moda.
Por que será?
É importante a gente pensar, por que será que somente a música ruim, negativa, que estraga a saúde das pessoas, tem incentivo.
Me admiro muito aqueles que se prestam para isso, mas vamos dizer que aqueles que se prestam para isso são toupeiras, porque não têm o tico e o teco.
Com certeza, porque se eles soubessem o que eles estão fazendo, ficariam envergonhados.
Mas a grande verdade é que eles não sabem o que estão fazendo. Seguem a moda.
Mas quem dita a moda?
O Uso do Som para Manipulação Energética
Então o som…
Deveria existir uma lei decente que proibisse o som alto de música de tais frequências, aquelas que estragam a saúde das pessoas, porque ninguém tem o direito de estragar a saúde do seu vizinho, das pessoas que não querem ouvir aquela música.
Isso é criminoso.
Deveria ter lei que coibisse isso, que condenasse os culpados, os responsáveis por isso.
Você quer ouvir uma música? Ouça do seu som, quando só você escuta.
Agora se é uma música boa até, tudo bem. Música boa, qualquer um gosta. Faz bem.
Mas essas não se escutam, essas músicas, porque essas pessoas que se prestam a fazer aquela atitude de música ruim, já foram cooptadas.
Cooptadas por quem quer destruir a saúde das pessoas. É uma forma de ataque.
E tudo tem um preço depois. Um dia, toda ação vai gerar uma reação.
Todo o mal causado vai voltar para quem causou, o causador do mal.
Aí depois me perguntam, por que tem tantos jovens com depressão, tendências suicidas, revoltados, que se sujeitam a praticar atos que causam danos ao patrimônio, a pessoas e depois, aí sim, a lei vem e vêm as condenações.
Por que essas pessoas se perdem nas curvas desta estrada da vida?
Será que não tem um pouco também da responsabilidade dessas músicas que fazem tanto mal para as moléculas da água, e assim, por tabela, fazem mal para as pessoas?
A Inversão da Música e a Interferência nos Anos 90
Na década de 90, o que aconteceu?
Foi a última grande invasão arconte que a Terra se submeteu.
Milhões de seres extrafísicos invadiram a Terra numa última tentativa de impedir a ascensão das almas da humanidade terrestre.
E foi quando a música mudou, de fato, para pior.
Porque assim, aquela música latejando no cérebro das pessoas cria uma energia negativa, danifica a saúde, faz com que as pessoas percam a amorosidade, se irritem, percam a paciência.
Porque tudo que é de ruim advém dali.
Certas músicas estimulam. Estimulam a tudo que é coisa ruim.
Onde tem som alto, tem bebidas, tem drogas, tem sexo desvairado, descontrolado. Tem loucura de todo tipo.
Vai ver num teatro, quando tem um concerto musical de uma música elevada, vai ver se alguém sai do teatro completamente transtornado, atacando tudo e todos, atacando patrimônio, pessoas, xingando outras pessoas, saindo com os carros em alta velocidade, colocando em risco outras pessoas, outros veículos?
Não.
Por quê?
Porque lá tem uma música que acalma.
Tem certas escolas que têm seu quadro de professores, e quem é da área, que pode ser música, pode ser arte qualquer, mas da artística, trabalham com música, para acalmar aquela sala, aquela sala de aula, aquele grupo de alunos.
Usam também, claro, outras técnicas, como certas práticas holísticas, meditação, yoga, alguma outra coisa, mas uma música como introdução de uma aula acalma aquela turma.
Quanta coisa poderia se fazer?
Pode ouvir a música. A música é gostosa. A música relaxa, a música anima, a música eleva.
Mas quando é música, com letra maiúscula.
Agora, deturparam a música.
Tem certas músicas que deixam as mentes entorpecidas, a pessoa fica totalmente descontrolada. Vira um zumbi.
Mas é isso que está no propósito daquela frequência.
Eu não vou aqui citar frequência porque não é o meu estudo em cima de frequências para saber os tipos de frequência.
Por isso até vou pedir que nem me peçam lá nos comentários porque eu sei de algumas frequências, mas eu não estudei essa escala, então eu não vou aqui nem colocar.
Mas vocês podem pesquisar as frequências das músicas. O que é alta frequência, o que é baixa frequência.
E quem entende de música sabe o porquê inventaram tantas frequências negativas.
Qual é o objetivo disso?
Não vamos aqui entrar em pormenores, cada um faça a sua reflexão, faça o seu estudo.
Como Proteger Sua Frequência no Dia a Dia
Há uns tempos atrás, um ano mais ou menos, um pouco mais, tinha um senhor ali de São Paulo, entrou em contato comigo e começou a falar de música e aí ele me mandou uma música que disse que foi feita pra mim.
E eu coloquei ali num vídeo, vocês viram.
Até fizemos um vídeo depois com a música 30 minutos no som para relaxar.
Ele criou a música e deu de presente, não pra mim. Ele disse que era pra mim.
Mas no fim eu disse: não, essa música não é pra mim, essa música é pro grupo, é pra vocês que me ouvem.
E pra que vocês possam fazer meditação, relaxar, está lá.
Trinta minutos de uma boa música.
E quando foi colocada lá aquela música, muita gente gostou e eu vi lá, tem mais de 100 mil visualizações.
Porque as pessoas gostam do que é bom.
Vocês que escutam os vídeos aqui, que acompanham esse trabalho, vocês gostam de música, de música boa.
Não adianta querer mudar o gosto musical, porque o gosto musical não está no entendimento de música, está na essência daquele que escuta.
Você não vai aceitar uma música ruim se você gosta de música boa.
Mas se alguém gosta daquela música ruim, ele se incomoda com a música boa, porque vai contra as suas frequências internas.
É como se fosse uma agressão, um atentado contra ele, porque vai ferir os seus brios, vai ser contrariado.
Olha, nós temos tantas oportunidades de curas que estão vindo agora, mas tem coisas que já estão ali há muito tempo.
Então nós vamos dizer: por que não aproveitar?
Vamos aproveitar aquilo que traz benefícios.
É gratuito.
Não custa nada.
Todo mundo escuta sua música.
Não precisa investir.
Aliás, para escutar música ruim precisa investir.
Olha quanto as pessoas investem em som nos seus carros. Às vezes vale mais o som que o próprio automóvel.
Então, é uma ironia isso.
Depois vai gastar outro tanto para ser curado dos seus males, obviamente.
Homenagem a Ivan Buratto
Então aqui também hoje, falando da música, eu falei daquela música que eu recebi, o autor é o nosso saudoso Ivan Buratto, que infelizmente nos deixou cedo, mas eu acho que ele tinha cumprido a sua missão.
Através da boa música, ele fazia músicas muito bonitas, ele trabalhou dentro da área artística e musical, inclusive eu acho até que nas redes de televisão ele andou assessorando algumas coisas.
Eu não conhecia ele pessoalmente, não sei muito da vida particular dele, mas alguma coisa que ele me falou, e uma pessoa maravilhosa.
E teve também a morte dos justos.
Desencarnou de uma forma tranquila, serena, suave, como as músicas que ele compunha.
Se vocês quiserem, depois procurem ali na playlist, 30 minutos de música, esqueci até o título agora que foi dado lá, mas é “30 Minutos de Música” e não sei o quê.
Vocês vão encontrar.
Escutem novamente, ou de vez em quando, vocês vão sentir como relaxa. Faz bem.
Se vocês pesquisarem na internet, vai ter lá música para curar a depressão, músicas para curar o fígado, acho que tem pra tudo, não sei, eu não tenho tempo pra procurar, mas tem.
Música que relaxa, música que eleva, tem.
É gratuito.
Tem lá alguns sites que você entra e tem música por horas e horas e horas.
Ouve a música boa quem quer, ouve a música ruim quem quer.
O resultado também vem por tabela, a cada um segundo suas escolhas.
A saúde ou a dor, a doença, porque as células possuem aquilo que está no nosso corpo.
É composto de células, então você tem água no nosso corpo. Tem células, tem água nas células, tem água por tudo.
Parece incrível que tenhamos, mas a ciência diz que sim, eu não sei, não fui eu que calculei isso.
Mais de 70% do nosso corpo é água.
Aí vocês vão pesquisar na internet a mudança das moléculas de acordo com a frequência da música.
Vocês vão ficar encantados com isso.
E são trabalhos de estudos profundos, muitos científicos, não são apenas teorias. São comprovados.
Temos as escolhas, sempre.
E nós vamos seguir a nossa vida de acordo com as escolhas.
Reclamar da vida não vai resolver.
Pode resolver quando fazemos as mudanças, quando aceitamos algumas informações que nos trazem benefícios ou evitam os malefícios.
Eu acho que para este assunto ficou de bom tamanho, não vamos nos alongar.
E assim eu vos deixo com o meu abraço de luz em cada um de vocês.
Namastê.





