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Exorcise os teus monstrinhos internos
Bom dia, meus amados. Hoje é sábado, dia 9 de maio de 2026.
Hoje vamos trazer aqui um tema muito oportuno, porque estamos num tempo de limpeza energética e espiritual, inclusive de memórias, traumas.
Até o karma já está sendo possibilitado a finalização dele, porque rapidamente estamos indo para o final da transição planetária desse ciclo de provas e expiações em que as almas vieram aqui experienciar aquilo que nós passamos durante todas as encarnações desde a primeira.
Podemos dizer aqui que o título mais apropriado para o tema de hoje seria Exorcise os Teus Monstrinhos Internos.
Antigamente, de quem é da minha idade, ouvia eventualmente se falar em exorcismo.
Mas quando nós éramos jovens, crianças, exorcismo parecia uma coisa demoníaca.
Tanto que fazia parte da escola dos mistérios e somente algumas pessoas muito bem preparadas, geralmente alguns membros da igreja principalmente, tinham autorização para fazer tal procedimento, mas ninguém falava, ninguém explicava, ninguém dizia nada, então se entendia que exorcismo era uma coisa realmente demoníaca e que quando existiam uma entidade para se fazer ou proceder o exorcismo, então teria que entender que ali tinha um demônio.
Era mais ou menos isso que se entendia. Depois, então, com o tempo, fomos aprendendo algumas coisas e fomos também perdendo o medo.
Então começaram a surgir outras maneiras de compreender o próprio kardecismo, codificado pelo Allan Kardec há 170 anos, estava meio esquecido, mas com o advento de alguns médiuns importantes, principalmente aqui no Brasil, como Divaldo Franco, Chico Xavier, Rubens Saraceni e tantos outros, são dezenas, centenas.
Trouxeram à luz da consciência novamente essa codificação do espiritismo, mostrando que todos nós somos almas eternas e que a morte do corpo físico não é o fim, e sim apenas a alma imortal desencarna e vai para uma outra dimensão.
E depois ela tem a oportunidade de retornar, evoluir, ninguém é condenado à morte, ou ao inferno eterno, como se acreditava.
E também ninguém vai para o céu de uma vez por todas e não faz mais nada.
Dormir em berço esplêndido
Dormir no berço esplêndido seria uma coisa estúpida, até porque uma alma jamais cessa o seu aprendizado, a sua evolução.
Hoje nós entendemos que somos um espírito, um átomo ou semente divino, que se divide em partes, porque é uma consciência, que vem da consciência suprema, que é o Criador.
E essas partes vão se fragmentando, vivendo experiências em mundos diferentes, em galáxias diferentes, em universos diferentes, desenvolvendo, evoluindo aqueles mundos e depois retornando às suas versões mais elevadas, e depois um dia se fragmenta mais uma parte, enfim.
Tudo é consciência.
Tudo aquilo que existe é consciência semeada pela luz cósmica, através dos seus espelhos, que são os sóis centrais do universo da galáxia, das constelações e dos sóis planetários, do sistema planetário como o nosso, que temos o nosso sol conhecido.
Todos os dias, pela manhã, ele surge e se põe ao entardecer.
Essa luz é o semeador.
Temos também os cometas que eventualmente passam pelo sistema solar entre os planetas e semeiam mais consciência, mais sementes.
Novas vidas surgem com o tempo, porque é assim que tudo é.
E antigamente, quando algumas pessoas tinham um obsessor, não se entendia que era um espírito que podia estar ali perturbando aquela pessoa, porque são velhos conhecidos de vidas anteriores, são desafetos de vidas passadas e que a vingança ainda predominava naquele espírito desencarnado, aquela alma desencarnada.
E por isso tinha a condição de, como alma desencarnada, obsidiar aquela que está encarnada.
Na medida que se estudou espiritismo, se entendeu que existem sim entidades não físicas, ou seja, não estão num corpo físico.
Tanto pode ser uma alma que estava encarnada e desencarnou, como uma alma que nunca encarnou porque não tinha permissão. E hoje nós sabemos disso.
Então o tal do exorcismo nada mais era que uma desobsessão.
Com a divulgação do espiritismo, muitos médiuns começaram a compreender que não precisava fazer parte da escola dos mistérios para fazer uma desobsessão, porque o exorcismo é uma desobsessão.
Obviamente é uma desobsessão de um ser muito duro, quase uma possessão, mas existem várias formas de obsessão.
Cada uma tem a sua maneira e quem entende sabe lidar com cada uma delas e entender o que está por trás de uma obsessão.
Nós já estamos falando aqui há algum tempo, porque a Terra está passando pelo processo final da transição planetária, vai deixar de ser um mundo de provas e expiações e vamos entrar numa nova era, um mundo de regeneração.
A limpeza das entidades extrafísicas
Na medida que a Terra finaliza esse ciclo, as almas que se comprazem no mal, não estarão mais aqui, nem encarnadas, nem desencarnadas.
Elas terão que ir para um mundo condizente com seu grau de consciência para continuar a sua evolução.
Então começou a limpeza de todas essas almas. Já foi falado aqui também sobre isso.
Há pouco tempo, na verdade, ali por volta de 2016, 2017, começaram a ser removidas essas entidades extrafísicas, principalmente aquelas que nunca haviam encarnado, que eram os senhores da escuridão, os senhores do mal, que se aproveitavam das almas que encarnavam e aquelas que também desencarnavam para fazer o trabalho.
Porque, na verdade, essas entidades que nunca encarnaram, pouco ou nada poderiam fazer, porque elas não têm muita alçada, como se diz, nas suas atividades, mas elas se utilizam dos seus representantes.
Só que aquelas almas desencarnadas que faziam parte do umbral baixo, que é o antessúmulo, depois que a alma desencarna, toda a alma vai para o umbral.
O umbral são camadas dimensionais de frequência e vibração que recebem as almas de acordo com a frequência daquela que desencarna.
É uma atração.
O umbral baixo são as partes, as camadas mais inferiores, que praticamente encostam aqui na crosta da Terra.
Porque a quarta dimensão faz parte aqui da terceira dimensão, que é o planeta Terra.
O umbral, também chamado de mundo astral ou espiritual, ele é uma dimensão paralela da terceira.
Então a alma que desencarna e se compraz no mal, ela é ainda pesada, ela não tem força para subir, não tem frequência para subir, então ela fica por ali esparramada no umbral baixo.
As almas medianas que têm, sim, os seus defeitos, mas também têm já algumas qualidades, são as almas que precisam continuar a sua evolução, então elas desencarnam e elas precisam depois voltar a reencarnar.
E elas fazem isso naturalmente porque são atraídas para o umbral médio.
E lá depois de um período curto de arrependimento, purgação, porque lá eu diria que é o tal de purgatório, onde a alma se penitencia pelas falhas, mas reconhece que ela também está fazendo um aprendizado, então ela lembra das suas vidas anteriores e começa a trabalhar para mais adiante voltar, a reencarnar e continuar a sua caminhada evolutiva.
No umbral mais elevado, então, é onde reinam as faixas vibratórias daquelas almas mais elevadas, que podem ser almas que estavam na Terra e ascensionaram, ou algumas almas que vêm de outros mundos, também estão ali para ajudar no auxílio, na preparação das almas que estão na roda de samsara, que é as reencarnações.
Então quando nós estivemos ali por volta de 2018, 2020, a finalização praticamente, existiam alguns redutos, mas muito poucos dessas entidades mais trevosas, iniciou-se então a limpeza do umbral baixo.
Aquelas almas mais perversas que ainda eram a maioria dos obsessores aqui dos encarnados, começaram a ser retirados, removidos e levados para a psicosfera do planeta de provas e expiações, condizente onde eles preparam o seu corpo etérico para depois formar uma forma física num daqueles planetas de provas e expiações.
Porque as almas não podem reencarnar imediatamente quando são exiladas, porque elas têm um corpo espiritual, que chamamos também de corpo etérico ou astral, é o molde do corpo físico.
E aqui tinha a forma humana, como nós conhecemos.
Em outros mundos terão outras formas, humanoides provavelmente, mas não exatamente humanos.
Então é preciso formar primeiro o corpo perispírito ou astral, ou o corpo da alma, para depois sim então se materializar naquele planeta.
Por volta de 2022, 2023…
O umbral foi esvaziado
O umbral foi praticamente esvaziado.
Quando falamos esvaziado, não significa que está totalmente limpo, porque pode haver algumas almas deixadas ali até com propósito.
Porque muitos encarnados só vão evoluir se tiver realmente algo que venha perturbar a sua tranquilidade, a sua preguiça.
E aí se mexe, como se diz. O espinho espetou, tem que dar um salto.
Então tem também as almas que estão desencarnando agora e que ficam alguns dias, algumas horas.
Alguns podem ficar algumas semanas e que são levadas depois para o exílio, mas podem ainda perturbar alguns encarnados.
Mas, e aqui vamos dizer mais uma vez, já diminuiu talvez 95, 96, 98% o assédio dessas almas sobre os encarnados.
Então alguém pergunta, mas então não há mais obsessores, não há mais trabalho mediúnico a ser feito, não há mais encaminhamento de almas, orientação?
Sim que há. Há porque tem ainda almas desencarnando e elas estão próximas de nós.
Por alguns momentos elas ficam aqui, nós precisamos dar auxílio a elas.
E tem de todos os tipos, como tem de todos os tipos encarnados, obviamente. Desencarna, continua naquela frequência.
Mas nós temos que entender também que obsessores, de fato, aqueles obsessores que eram conhecidos, que eu conheci pessoas que tinham obsessores há 60, 70 anos, o mesmo obsessor, porque ele estava numa simbiose com aquele encarnado.
Estava muito prático. Aliás, era prático para os dois. O encarnado e o desencarnado.
Mas esse tipo de coisa já não tem mais.
Nós temos as orientações que realmente não tem mais.
Algumas obsessões ainda de almas desencarnadas acontecem justamente porque tem algumas desencarnando e ficam por ali ainda perturbando os outros.
Mas são para pouco tempo, para poucos dias.
O que tem de fato, e aí está o segredo, são as nossas memórias, os registros de alma, de quando esta alma que somos viveu em vidas passadas encarnada em uma situação de má pessoa e ao desencarnar ficou uma má alma, um mau espírito, obviamente, por um tempo.
E também pode ter assediado, obsediado, pode ter perseguido outras almas, encarnadas ou desencarnadas.
Obsessores e o exorcismo pela luz
Então nós temos os registros dentro de nós, e nós também fomos obsessores.
Até porque tem obsessor de encarnado para encarnado, e até de encarnado para desencarnado, já falei sobre isso.
Esses registros não são matéria, é uma energia.
E o que é um obsessor?
Uma energia. Uma consciência, obviamente, mas ela não tem corpo, ninguém enxerga.
Mesmo os médiuns que dizem que têm a clarividência, eles não veem a perfeição de um corpo, eles veem um vulto. Sempre assim.
Porque não existe matéria, e sem a matéria nossos olhos não conseguem ver.
Então nós temos o sexto sentido, que é a terceira visão, é a nossa visão do terceiro olho.
Vemos um vulto, uma figura, mais ou menos, identificamos alguma coisa, mas não há como ver porque não é matéria.
Então dentro de nós tem esses monstrinhos, esses obsessores, essas memórias, os registros, é a nossa história.
É claro que tudo foi aprendizado e na medida que entendemos essa história vai ficando para trás.
Os traumas, os karmas, tudo vai passando, mas nós temos ainda memórias que precisam ser iluminadas.
Se a nossa consciência é luz, se a nossa alma é a consciência, então nós temos as sombras, que são as nossas ações negativas do passado, daquilo que já fizemos, porque tudo que é ação do passado pode ser até a de hoje de manhã, ou de tarde, ou ontem de noite.
Aquilo que foi deste momento para trás é passado, fica registrado na nossa alma, e muitas vezes nós precisamos corrigir esta energia.
Se nós não sentimos, não há como trazer para a consciência para iluminar, porque a iluminação da nossa sombra é feita através da consciência.
Trazemos a sombra, que é a ausência da luz, para a luz, e a sombra se dissolve.
Se desfaz, porque a sombra é a ausência da luz.
Então nós sentimos certas coisas e achamos que é um espírito, que é uma alma obsessora, e acreditamos, porque até pouco tempo existiam de fato isso, e agora as coisas mudam, mas nós não entendemos de fato como funciona, então acreditamos, e na verdade são nossos monstros internos.
Então fazer o exorcismo desses nossos monstrinhos, mostrar a luz para eles, eles desaparecem porque eles não precisam continuar, não são almas, são memórias, são registros, podemos apagar isso, é de fato necessário, porque para a nova Terra nós não vamos levar isso, é uma bagagem desnecessária, é um peso morto, não serve para nada.
Serviu enquanto tínhamos a experiência.
Quando estávamos fazendo a experiência.
O passado que ainda vibra em você e que é negativo, só precisa ser iluminado.
Desta forma ele será exorcizado.
Porque quando se faz uma desobsessão…
Como se faz uma desobsessão?
Muitas pessoas fazem cada um do seu jeito.
Mas eu aprendi desde o começo que o obsessor também é uma alma, também é um ser que saiu da mesma fonte que nós, da luz, só ele se perdeu momentaneamente.
Ele não pode ser castigado, não pode ser penalizado, não pode ser levado para algum lugar e deixar ele sofrendo, como se fosse um castigo.
Não. Ele só precisa de luz.
Então nós não precisamos dizer para um ser de luz, venha Arcanjo Miguel, São Jorge…
Se é da Umbanda, que venha Ogum, que venha alguém aqui dos guerreiros levar esse prisioneiro.
Eu prendi ele aqui, agora leve ele, por favor.
Não, não é assim.
Quando nós envolvemos uma alma perversa que está obsidiando alguém, agora vamos dizer que quase não é necessário, mas podem ainda acontecer alguns casos, nós temos que entender que é só iluminar.
O nosso amor é a luz, envolve esta alma, envolve essa energia e transforma.
Então se nós temos os monstrinhos internos, não temos que brigar com eles, pedir para que venha lá um protetor espiritual e leve aquela sombra nossa, que nos liberte da sombra.
Não, não vai vir ninguém tirar daquele monstrinho dentro de você, porque foi você que criou.
É uma imaginação tua que agora diz, ele está aqui.
Não, ele esteve ali. Ficou a marca. É um desenho, uma foto. Uma fotografia.
Você vê a fotografia de uma pessoa, mas a pessoa não está ali na fotografia. Ela representa.
Então, às vezes, aquele monstrinho interno representa uma sombra que nós vivemos.
Criamos aquele personagem. Ele faz parte da nossa evolução.
Mas ele não precisa se manifestar agora, porque o tempo da manifestação foi naquela vida que ele atuou e que nós exercemos aquele fantoche, aquele personagem.
Porque tudo é um teatro.
Mas ele é tão perfeito que nós sentimos como real.
Porque a terceira dimensão não é real. É uma holografia.
Mas é preciso sentir, senão não tem como aprender.
Um pensamento que você só pensa e não cria nada, ele passa e desaparece.
Mas quando você tem um pensamento que se transforma numa ideia, você desenvolve e cria alguma coisa, vai fazer parte da tua experiência, da tua vida, da tua história.
Nós temos dentro de nós a culpa, que também é um monstrinho.
A culpa é um dos piores monstros que nós carregamos dentro das nossas memórias de alma.
E a culpa nada mais é do que um ato que falhou, um ato falho, e que depois nós nos arrependemos muito quando tivemos que ressarcir a dívida kármica.
A recuperação da harmonia, pagamos um preço alto e nos arrependemos e doeu demais.
Então é uma marca de uma dor profunda, um arrependimento do tamanho que ele vai, vidas e vidas, até que a gente entende que tudo aquilo que foi feito, do bem e do mal, foi aprendizado.
Estamos numa escola para aprender.
Obviamente, quando aprendemos a primeira vez, não precisamos repetir.
E quando aprendemos a primeira vez, a alma não se arrepende depois no astral, porque ela lembra que foi um aprendizado.
Ela se arrepende quando ela sabia que não podia e fez assim mesmo. Então ali sim tem o karma.
A culpa: O monstrinho que nos persegue
A culpa é um monstrinho que nos persegue diuturnamente.
Uma consciência culpada é juiz de si mesmo.
Está sempre dizendo: você não merece, você não merece, você é culpado.
Então nós não temos a prosperidade, não temos a situação financeira boa, não temos relacionamentos bons, não temos um emprego bom, porque nós nos culpamos e, no fundo, nosso inconsciente diz: você não merece.
E na verdade, nós merecemos o melhor.
Porque a experiência foi passada, não é a experiência de hoje, não tem nada a ver com a vida de hoje.
É uma memória, é um monstrinho que nós temos que exorcizar.
E exorcizar só existe uma forma: é compreender e olhar para o nosso livro da vida e dizer:
“Sim, essa página eu escrevi porque foi aquele momento que eu vivi, um momento negro da minha vida, sem luz, mas que foi uma experiência.”
E experiência em experiência, boas ou ruins, na sombra e na luz, eu cheguei até aqui.
E agora estou aqui no tempo de ascensão.
Eu posso ascensionar, só depende de mim.
E não depende do meu passado, depende do meu agora.
A vida passada sempre influencia a vida atual por ressonância.
Mas nós temos que entender que cada encarnação é uma experiência diferenciada, única.
Nós trazemos as tendências, porque toda experiência feita numa encarnação é impressa no corpo da alma, o corpo astral, o corpo etérico.
Vai como uma marca registrada, um molde.
Vai reencarnar na próxima encarnação em cima daquele molde, então traz as tendências.
Tem a tendência para um vício, para o roubo, para o crime.
Tem a tendência para fazer o bem acima de tudo e todos, porque já foi uma alma que experienciou nas últimas vidas e traz agora novidades.
Claro, senão não precisaria reencarnar mais.
Mas também traz aquilo que precisa ser corrigido, que precisa ser harmonizado, aquilo que precisa ser equalizado.
Porque o equilíbrio é sempre a meta a ser perseguida no mundo de provas e expiações, pois é um mundo de dualidade, de polaridades, e é preciso encontrar o equilíbrio.
Nem um extremo, nem outro.
Sempre o caminho do equilíbrio é o caminho do meio.
Dissipe as sombras das linhas de tempo do teu passado
A frequência que você vive hoje nada mais é do que lapsos de linhas de tempo que você já viveu.
Quando você tem um obsessor, você está acessando uma linha de tempo quando você foi obsessor.
Você praticou aquilo que você está sentindo em você.
Você está sentindo aquilo que o outro sentiu quando você foi obsessor daquela pessoa.
Como eu disse, é um monstrinho, não vou dizer imaginário, porque ele não é da imaginação, já que você sente, mas ele não é real.
É uma página da sua história, um capítulo que já foi vivido.
Cada linha de tempo que nós vivemos no passado está hoje impressa nesse livro.
De vez em quando nós acessamos alguma linha, alguma parte, alguma frase, alguma vírgula que seja, porque é preciso fazer o ajuste, já que estamos na última página deste livro.
Nós estamos praticamente escrevendo o epílogo, já que a Terra vai deixar de ser um mundo de provas e expiações para ser um mundo de regeneração.
Então nós temos o livro para ser concluído nesta vida.
Fechando o epílogo, nós vamos ascensionar.
Não fechando, vamos ter que completar em outro mundo de provas e expiações.
Todas essas sombras do passado, se elas ainda têm importância, se elas ainda têm força, têm energia, têm frequência, elas vão se manifestar para ter a oportunidade de serem iluminadas.
Não há como limpar uma sombra sem iluminar ela.
Não adianta rezar, não adianta fazer mandinga, não adianta fazer qualquer ritual.
A sombra só é dissipada, dissolvida quando nós colocamos luz naquele espaço.
Sem dor, sem sofrimento, sem violência, porque é apenas como num compartimento que está escuro: você liga o interruptor.
Então as nossas sombras se manifestam para ser exorcizadas, uma forma metafórica de dizer, quando nós sentimos e temos a oportunidade de ligar a luz com a nossa própria consciência, que é a luz.
Não está fora de nós, nada está fora.
Nós não dependemos de nada e de ninguém para fazer a nossa parte nesta história de cada alma que somos, porque cada um de nós é uma alma, é uma história.
Há, sim, muitas interferências.
Nós interferimos na vida dos outros, outros interferem na nossa vida, mas sempre temos o livre-arbítrio da escolha e da decisão.
O que corresponde ao meu livro da vida, ninguém pode chegar ali e mudar um ponto e uma vírgula, nada.
Porque muda a conotação da mensagem, e essa não pode ser mudada.
Cada alma vai levar a sua história limpa e pura, transparente, única.
Compreendendo que tudo foi aprendizado
Quando nós olhamos para trás e entendemos que tudo foi aprendizado, pois estamos numa escola de almas.
O fato de entender isso, mas tem que compreender de fato que nós estamos numa escola e cada vida foi um ano letivo e aquelas lições foram ministradas naquele período.
Reprovamos em algumas, mas sempre fomos aprovados depois e seguimos e chegamos aqui no último período.
Quando nós entendemos isso, e tudo foi aprendizado, nós começamos a limpar os nossos porões, exorcizar os nossos monstrinhos.
É aquela história quando você está recebendo uma instrução e a pessoa que está te instruindo fala, fala, fala e você não entendeu nada.
Aí de repente ela vê que você não entendeu, então ela diz:
“Olha, vou te dizer de uma outra forma. A situação é assim, assim, assim, e você precisa fazer isso, isso, aquilo.”
Aí você entendeu, e você diz:
“Tá, compreendi. Agora sim.”
Aí ficou fácil.
Antes parecia um dilema, de repente ficou fácil.
Quando nós compreendemos a nossa história, nossas vidas passadas, o porquê das coisas, não tem mais nenhuma dificuldade.
Aí nós temos então, sim, uma tarefa, como eu coloquei no vídeo há pouco tempo.
Não temos mais problemas, temos tarefas.
E a tarefa precisa ser executada porque viemos aqui para fazê-la.
Não adianta ir lá na fonte com um balde de água vazio para trazer água e você volta com o balde vazio.
Vai perder a viagem.
Já que vai lá, traga o balde cheio e cuide para não derramar, para ter mais aproveitamento.
Então estamos agora finalizando esse ciclo e reconhecendo a nossa história como um grande aprendizado, uma grande escola.
Não temos mais necessidade de perdoar, de pedir perdão, de se sentir vítima, de se sentir excluído, abandonado, desprovido, porque tudo isso já está dentro de nós nas experiências, mas hoje nós somos vencedores.
Chegamos aqui meio que esfarrapados, meio maltrapilhos, cheios de calo nos pés, mas tudo isso é a prova da longa caminhada.
Não há como não compreender isso e não valorizar isso.
Muda toda a nossa vida no hoje quando nós agimos dessa forma.
Não importa a situação que você está.
Você está aqui, nesta encarnação, que é a última.
Como você chegou até aqui, não importa.
Você enroscou nos espinheiros e a tua roupa ficou em frangalhos, não importa, você chegou.
Porque o outro está com a roupa inteira e a minha está toda esfarrapada?
Bom, ele teve um pouco de cuidado e não enroscou nos espinhos, então a roupa não rasgou.
Você talvez passou sem perceber ou facilitou um pouco e enroscou e rasgou, mas chegou aqui.
Rasgou a roupa, não rasgou a tua alma, não rasgou a tua pele, não rasgou a tua consciência.
Então, para finalizar, revise o livro da tua vida.
Mude alguns pontos e algumas vírgulas.
E tudo se transforma agora.
Porque veja bem, se você pega uma frase sem pontos e sem vírgula, ela tem uma conotação.
Mas se você coloca pontos e vírgulas, muda tudo o que ela quer dizer.
Muda o significado, muda a temática, muda a interpretação.
O que está faltando para muitas pessoas?
Ajustar os pontos e as vírgulas.
Está tudo escrito.
Você já passou pelas fases, já passou pela história, você está finalizando.
Mas dá uma revisadinha.
Vai ficar mais bonito, mais justinho, vai ficar mais fácil para você entender e para os outros que vão ler o teu livro.
Porque lá adiante todos nós vamos acessar o livro dos outros.
Vamos ver cada história maravilhosa.
Muitos vão achar a nossa história fantástica.
Nós vamos levar esse livro, essa história, essa experiência para outros mundos, para nossas consciências mais elevadas da nossa própria mônada e para outras mônadas.
E por fim vai chegar lá na fonte, onde tudo é.
Missão cumprida: O fim da caminhada
Vamos levar a nossa bagagem um dia e entregar lá na fonte.
Saímos do sol central cósmico, andamos por todos os mundos, em partes, obviamente, mas uma parte nossa que está aqui agora, que somos nós, esse fractal de alma, essa consciência ainda limitada, agora tem a oportunidade de subir, ser integrada numa versão mais elevada.
Então teremos não um mundo melhor, mas uma consciência mais elevada.
E tudo fica fácil demais.
Termina o capítulo das dores e dos sofrimentos, dos sentimentos de alegria e tristeza, tudo misturado.
Porque essa dualidade vai continuar, mas muito diferente.
Onde ela só serve para aprender coisas sem o sofrimento.
Escreva a última página.
Escreva ali, no começo da última página: epílogo.
Faça o resuminho, dê uma suspirada e feche o livro.
E diga:
“Missão cumprida. Fase finalizada. Vamos para uma outra fase. Melhor.”
Às vezes, falta apenas reconhecer isso.
Cada um de nós é uma peça importante nessa história da Terra como mundo de provas e expiações.
Mesmo aqueles que vão exilados foram importantes porque ajudaram a construir, a criar, a formar uma história de um planeta que também é uma consciência.
Porque Gaia também registrou no seu livro não só a história dela na formação do planeta como um orbe celestial, porque astral é um planeta obviamente, mas ela tem registrado também cada história individual de cada alma que por aqui passou.
Nós somos os seus filhos, pois fomos criados aqui dentro desta casa, onde a nossa mãe Gaia abrigou cada um de nós.
Então é muita história.
E a história é muito importante para ser desperdiçada.
Não vamos jogar fora nenhuma vírgula.
Vamos colocar em cada lugar para diferenciar o sentido de cada frase vivida.
E quando dizemos cada frase vivida, podíamos dizer cada fase vivida, porque cada fase é uma linha, uma frase de fato.
E agora eu vos deixo com o meu abraço de luz em cada um de vocês.
Namastê.
Autor


Vital Frosi é Psicoterapeuta Reencarnacionista, Orientador espiritual, Formação em Psicologia Transpessoal pela Unipaz, Mestre em Reiki pela Escola André Luiz e Celer Faculdades, Massoterapeuta pela Celer Faculdades, Médium Intuitivo Semi consciente, Palestrante, atendimentos presenciais e à distância.
Missão terrena para esta existência: O esclarecimento e o despertar espiritual.E-mail: vitalfrosi@frosinet.com.br
Facebook: Vital Frosi





